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Há alguns (poucos) anos, 50GB era um espaço praticamente infinito. Quase ninguém, em sã consciência, admitiria que havia uma remota possibilidade de se usar tudo isso.
Hoje, temos HDs de 120 GB, 320 GB, 500 GB E 1TB vendidos a R$ 150, R$ 200, R$ 350, sei lá, depende muito do tamanho, obviamente)
A Blu-Ray Disc Association, sabendo que precisa evoluir o padrão para não correr o risco da obsolescência, lançou duas extensões . A primeira é a BDXL (sigla bastante óbvia), que especifica discos regraváveis de até 100GB e graváveis (apenas uma vez) de até 128GB. A “mágica” é simples: adicionar camadas ao disco, que podem ser lidas ao se variar o foco do cabeçote de leitura (“cabeçote” é coisa de leitores fita cassete, mas vocês entenderam).
O foco é a indústria, especialmente da área médica, que precisa de grandes espaços para imagens. E não, seu leitor atual não será capaz de reproduzir os novos discos. Talvez seja lançada uma versão para consumidores finais, mas isso é talvez futuramente.
Já a segunda extensão se chama IH-BD (“Intra-Hybrid Blu-Disc”). Ela prevê um disco de duas camadas: uma gravável (apenas uma vez) e outra regravável, cada uma delas com “apenas” 25GB de capacidade. A idéia é permitir conteúdo “imutável” juntamente com aquele gerado (e gravado) pelo próprio usuário.

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