A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) concluiu a consulta pública para definir as regras que vão regular a exploração de banda larga via eletricidade no Brasil no final de outubro.
De acordo com o texto atual, as concessionárias poderão oferecer ao consumidor diretamente planos de banda larga. Há também uma possibilidade entre as concessionárias e as empresas de serviço de banda larga.
No caso do segundo modelo, as empresas tradicionais do mercado de banda larga poderiam oferecer conexão ao usuário, porém explorando a infra-estrutura das elétricas e dividindo receitas com elas.
De acordo com informações do Plantão INFO, ao definir as regras do setor, técnicos da Anatel acompanharam experiências piloto de conexão pela rede elétrica (chamada de PLC, Power Line Communications) em várias regiões do país, como Restinga, em Porto Alegre e Barreirinhas, no Maranhão. Tecnologias em uso no exterior, como modelos de PLC explorados no Texas, Estados Unidos, e na Espanha, foram avaliados.
Na próxima quinta-feira (13) a AES Eletropaulo Telecom, empresa do grupo Eletropaulo, vai demonstrar um apartamento com conexão que chega pela rede elétrica. A empresa deverá anunciar na data seu plano de negócio para explorar o serviço.
Para utilizar web por PLC, o usuário terá que possuir um modem específico. No Brasil, a Panasonic já exibiu alguns modelos de modem capazes de conectar PCs à banda larga só pela rede elétrica
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Há alguns (poucos) anos, 50GB era um espaço praticamente infinito. Quase ninguém, em sã consciência, admitiria que havia uma remota possibilidade de se usar tudo isso.
Hoje, temos HDs de 120 GB, 320 GB, 500 GB E 1TB vendidos a R$ 150, R$ 200, R$ 350, sei lá, depende muito do tamanho, obviamente)
A Blu-Ray Disc Association, sabendo que precisa evoluir o padrão para não correr o risco da obsolescência, lançou duas extensões . A primeira é a BDXL (sigla bastante óbvia), que especifica discos regraváveis de até 100GB e graváveis (apenas uma vez) de até 128GB. A “mágica” é simples: adicionar camadas ao disco, que podem ser lidas ao se variar o foco do cabeçote de leitura (“cabeçote” é coisa de leitores fita cassete, mas vocês entenderam).
O foco é a indústria, especialmente da área médica, que precisa de grandes espaços para imagens. E não, seu leitor atual não será capaz de reproduzir os novos discos. Talvez seja lançada uma versão para consumidores finais, mas isso é talvez futuramente.
Já a segunda extensão se chama IH-BD (“Intra-Hybrid Blu-Disc”). Ela prevê um disco de duas camadas: uma gravável (apenas uma vez) e outra regravável, cada uma delas com “apenas” 25GB de capacidade. A idéia é permitir conteúdo “imutável” juntamente com aquele gerado (e gravado) pelo próprio usuário.
O site oficial da Sociedade Esportiva Palmeiras lançou a versão customizada do navegador Internet Explorer 8 para torcedores. O Internet Explorer do Palmeiras é a primeira versão temática voltada para futebol do Brasil.
A iniciativa é uma tentativa de aproximar o clube de seus torcedores via web. "Viabilizar essa ferramenta online em parceria com a Microsoft vai ampliar a interação entre os palmeirenses e o time", afirma Rogério Dezembro, diretor de marketing do Palmeiras.
O browser do time brasileiro traz um pacote de recursos que já existiam nas versões de IE8, mas que agora são direcionadas aos torcedores palestrinos - a começar pela página inicial, que leva diretamente ao site do clube.
Torcida que canta, vibra e busca
Entre os destaques da versão estão os web slices das notícias e destaques do site oficial do clube, que podem ser visualizados enquanto o usuário navega por outros sites.
Outro recurso adaptado para o público alvi-verde é o visual search, que irá permitir buscas diretamente no site do Palmeiras e de sua loja virtual, a Mundo Palmeiras.
Apesar das adaptações, a versão não demonstra muito apelo visual. Há apenas um logo do Palmeiras nos campos de busca relacionados ao time. Recursos como a navegação em InPrivate foram mantidos; o palmeirense poderá espionar o site de outros times em modo anônimo.
Roda em Windows XP, 2003, DOS, Vista, 2008, 7
Disponível nos idiomas Português
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Ação e resistência dos cidadãos da Serra da Cantareira paralisaram as obras do Rodoanel no trecho Norte
(fonte: Jornal da Serra www.jornaldaserra.com.br)
A força da comunidade bem informada pode mudar o rumo dos acontecimentos e fazer História em prol da Vida. No seu sentido mais amplo e profundo, evolucionário.
Como no Brasil a memória coletiva tem sido desprezada, é importante também conhecer uma trajetória que congregou o empenho de muitos cidadãos para proteger seu patrimônio comum. É a história de proteção do cinturão verde da cidade de São Paulo, que emerge como uma das páginas mais significativas do ambientalismo brasileiro e merece ser resgatada através de seus fatos marcantes. Pode servir de exemplo e de incentivo.
1986: a Administração Municipal de Jânio Quadros pleiteou junto ao BID empréstimos externos alegando a execução de projeto de saneamento básico para o Córrego do Tremembé. O programa incluía o Córrego do Tremembé, que corre no sopé ao sul da serra da Cantareira, e a comunidade também se deu conta de que a obra iria expor o maciço da Cantareira a uma especulação imobiliária voraz e a invasões clandestinas incontroláveis. Todas as instâncias administrativas e jurídicas do país foram acionadas em vão.
Afirmava-se, como se faz hoje, que obra era "fato consumado e irreversível ainda mais porque o dinheiro externo estava a caminho”. Então, começou uma batalha para reverter a situação. O Conselho Comunitário da Região Administrativa de Santana –Tucuruvi, solicitado pela comunidade para tomar providências no sentido de evitar a execução dessa obra, em face das desapropriações anunciadas, foi em busca do projeto junto à Prefeitura. Formou-se também uma aliança do Conselho Comunitário com a comunidade e com ONGs no Brasil e fora dele. Após várias reuniões, sem ter esse projeto em mãos, apresentou-se por um dos Conselheiros a possibilidade de ajuda de um Senador americano para evitar a concessão do empréstimo. Em decorrência dessa iniciativa, o BID designou três técnicos para virem a São Paulo. Em 12 de março de 1989 essa comissão do BID reuniu –se com a comunidade em verdadeira audiência pública a fim de conhecer o objetivo do projeto e suas anunciadas conseqüências. Os técnicos chegaram à conclusão de que o empréstimo, solicitado para saneamento básico, na verdade destinava-se a obra viária urbana mediante canalização subterrânea do córrego e impermeabilização do solo no fundo de vale do Tremembé. Os empréstimos foram bloqueados imediatamente e o projeto arquivado.
1989:o Governo do Estado de SP lançou o projeto da Via Perimetral Metropolitana. Um projeto que feria diretamente o Horto Florestal e causava grave impacto ambiental, além de desapropriação de grande número de imóveis, gerando problemas sociais com milhares de pessoas atingidas ao longo do traçado. Novamente o Governo teria buscado empréstimos internacionais, desta vez junto ao BIRD – o Banco Mundial – e produzido um estudo técnico para justificar a obra. Outra vez a comunidade se uniu em resistência, acionando praticamente o mesmo arco de alianças que em 1986. Várias representações enviadas ao Banco Mundial denunciaram a irregularidade do processo, levando-o a recuar na concessão do empréstimo.
Na falta de recursos externos, a iniciativa foi pouco a pouco perdendo força e momento político, fazendo com que os empresários recuassem definitivamente.
1995: iniciou-se a atual campanha com estratégias e táticas bem definidas: troca de rótulo – de VPM para RODOANEL – e o novo discurso oficial veio recheado de “ambientalismo”. Quanto ao conteúdo era o mesmo. Já o marketing, milionário.
A força da comunidade
passeataweb1.jpgA rigor, a campanha popular contra a VPM se desenvolveu em duas dimensões: de um lado se acionou o bloqueio dos recursos na fonte; de outro, uma ampla mobilização nacional e internacional pedia à UNESCO a criação da RBCVCSP. Durante dois anos foram coletadas 150.000 assinaturas pela criação da Reserva e paralisação da VPM.
A campanha teve amplo êxito, e a diplomação internacional pelo MaB UNESCO aconteceu em junho de 1994. Fica, portanto, muito claro, que a Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo não nasceu apenas de trabalhos acadêmicos de gabinete, mas de um movimento legítimo, verdadeiro, da comunidade.
Animando todas estas campanhas é preciso destacar a figura de Vera Lúcia da Silva Braga,falecida em maio de 2000. Considerada uma das mais apaixonadas batalhadoras pela causa da Vida, Vera Lucia recebeu convite das Nações Unidas para relatar este "case" na Assembléia Global “A Mulher e o Ambiente - Parceiros na Vida”, realizada em Miami em novembro de 1991.
A resistência hoje
No afã de prosseguir em seu projeto bilionário, hoje novamente o Governo busca empréstimos externos junto às comunidades japonesa e britânica, entre outras, sempre vendendo a imagem de que o Rodoanel é uma obra limpa, que resolverá o problema do tráfego e da poluição no centro densamente urbanizado. Cabe à cidadania transmitir aos que estão lá fora a dimensão exata da tragédia humana e ambiental arquitetada. Assim, autoridades do governo japonês em visita ao Brasil em fevereiro de 2000, foram esclarecidas por representantes de ONGs locais.Uma dessas autoridades chegou mesmo a admitir que no passado o Japão financiou muitas obras de cunho tecnocrático autoritário, mas que atualmente a postura ética desse país mudou muito, e a vontade da comunidade é sempre levada em conta.
Outra medida já tomada foi a denúncia feita pelo presidente do Sindicato dos Advogados de São Paulo à OEA - Organização dos Estados Americanos – sobre a truculência com que, na prática, têm sido tratados os cidadãos diretamente atingidos pela construção do Rodoanel.
Internamente, a comunidade recorreu ao Ministério Público, e inquéritos civis públicos relativos à obra estão em andamento; as irregularidades do projeto continuam sendo investigadas. Mas nada de concreto resultou até agora. O mesmo se pode dizer das tentativas junto ao Legislativo Paulista onde as denúncias de superfaturamento do Rodoanel em seu trecho Oeste foram de tal ordem, que um pedido de CPI para investigar a obra alcançou o número regimental de assinaturas dos parlamentares. Mas até agora, a iniciativa não prosperou.
Técnicos do Instituto Florestal do Parque Estadual da Cantareira analisaram os EIAs/RIMAs e apresentaram parecer desfavorável, que teve uma trajetória com repouso em gavetas, inclusive na própria SMA.
Enquanto isso, a comunidade ganhou consciência, articulando-se para manifestar seu repúdio. Um abaixo-assinado pela proteção da Serra continua reunindo nomes.
No dia 1º de setembro de 2002, um grupo de moradores da Serra da Cantareira protocolou ofício para um primeiro encontro com o Governador de São Paulo. Na véspera, havia sido realizada a primeira manifestação coletiva: na região Norte de São Paulo – e mais uma vez no bairro do Tremembé, o berço da resistência ambiental – moradores desse bairro e da Serra da Cantareira organizaram uma passeata à qual compareceram aproximadamente mil pessoas. Com palavras de ordem como “Rodoanel na Serra não! A Cantareira é da Humanidade!” os manifestantes caminharam pela principal avenida do bairro em direção ao Horto Florestal onde abraçaram simbolicamente a Serra, dando-se as mãos em volta do lago do Horto. Ninguém da grande imprensa estava lá, mas o movimento cresceu. Em volume e qualidade.

Segundo o jornal chileno La Tercera, os mesmos produtores responsáveis pelos shows da "Somewhere Back In Time Tour" em 2008 e 2009 no Chile, confirmaram que já estão negociando a volta do Iron Maiden ao país e apostam no Estádio Nacional como possível local da apresentação. Um ano após a última passagem pelo Chile, o sexteto britânico já está negociando seu retorno, em Março de 2011 e visa o "Coliseo de Ñuñoa", ainda em fase de reformas, para decretar o que seria sua sexta visita ao Chile.
Ao que tudo indica, finalmente o Iron Maiden deve tocar no Estádio Nacional, após várias tentativas frustradas para levar os fãs da banda ao maior palco do país. Isto é confirmado por José Luis Corral, o mesmo responsável pelos últimos shows da banda em março de 2008 na Pista Atlética e em março de 2009, no Club Hípico, que já está em negociação para que a banda Bruce Dickinson mostre ao vivo no Chile, o seu próximo álbum de inéditas, intitulado "The Final Frontier" que deve ser lançado em setembro.
Os números, jogam a favor dos promotores chilenos: no show de 2008 foram vendidos 28 mil e 500 ingressos e em 2009 foram 56 mil fanáticos que viram a Donzela no Club Hípico. Em ambas as ocasiões o Estádio Nacional não estava disponível. Com estes antecedentes o objetivo de confirmar o Estádio Nacional como local do show parece mais próximo: "A força do Iron Maiden no Chile já está mais que comprovada, só falta um show no Estádio Nacional para encerrar o ciclo", conta o produtor, que aposta no desembarque da banda no Chile durante a primeira quinzena de março de 2011.
FONTE: LA TERCERA - JORNAL DO CHILE.

